O Equilíbrio Total

O texto de Resumo da TGBD constante no livreto do meu CD A cada ângulo e tempo do olhar, de outubro de 1996, contém um erro no que se refere à definição de equilíbrio total. Acredito ter acertado tal definição em março de 1999, que está contida no texto da minha home page, cujos trechos de interesse são abaixo transcritos:


“A TGBD é composta por quatro leis que obedecem à própria TGBD. Aliás, ressalto que a questão da auto-consistência foi sempre a grande bússola para seu desenvolvimento, pois se a TGBD objetiva ser a definição de tudo, ela, sendo alguma coisa, também tem que se obedecer.

Antes de apresentar as quatro leis é preciso ser fixado o conceito de equilíbrio total. Por definição, algo somente está em equilíbrio total, se estiver em equilíbrio interno e em equilíbrio externo. Disto resultam em quatro direções nas quais deve se dar o equilíbrio: na direção micro
(ou pra dentro dele), na direção macro (ou para o que o contém num nível superior) e na direção lateral (ou com o que esteja fora, dele mas no seu mesmo nível), na qual existem duas situações: a interação com o que tenha a sua mesma natureza, denominada de direção lateral
simples, e a interação com algo que tenha natureza diferente, denominada de direção lateral composta.”


Figura do Equilíbrio Total.

Transcrevo agora outro trecho em que mostro que o conceito de equilíbrio total também é Bidual.

O EQUILÍBRIO TOTAL É UMA BIDUALIDADE

As interações nas direções micro e macro formam um Dual, pois têm a mesma natureza (por se referem a níveis diferentes de algo), mas têm sentidos diferentes (pois uma aponta para o que existe dentro e a outra para o que o contém algo fora dele).

Para o equilíbrio na direção do micro, os Unos devem ser Unidades de nível inferior ao da Unidade, ou Biduais de nível inferior.

Para o equilíbrio na direção do macro, uma Unidade tem que ser um dos quatro MacroUnos da MacroUnidade de nível superior ao seu, e, assim,
sucessivamente..

As interações nas direções laterais simples e composta também formam um Dual, pois são demesma natureza por se darem num mesmo nível, e tem sentidos opostos, pois na lateral simples tem-se Unidades da mesma natureza e na direção lateral composta tem-se Unidades de
naturezas diferente

A AUTO-CONSISTÊNCIA DA TGBD

As quatro leis da TGBD obedecem à própria TGBD. Esta auto-consistência é mostrada no quadro a seguir, que a analisa as suas quatro leis segundo o número de componentes e as
interações externas e internas.

Leis da TGBDNúmero de ComponentesInteração ExternaInteração Interna
1ªLei4=2+2equilíbrioduplo equilíbrio
2ªLei2=1+1desequilíbrioequilíbrio
3ªLei3=2+1desequilíbriodesequilíbrio
4ªLei4=3+1equilíbriodesequilíbrio

Segundo o número de componentes, a 1ª. e a 2ª. Leis formam o Dual do equilíbrio interno, pois nelas a interação se dá com o mesmo número de cada lado (2+2 e 1+1).

A 3ª e 4ª Leis formam o Dual do desequilíbrio interno, pois nelas as interações tem os números diferentes de cada lado (2+1 e 3+1).

Por outro lado, a 1ª Lei difere das três demais, pois tem a interação entre 2 componentes de cada lado (ou seja, 2+2), enquanto as três demais leis tem interações com apenas um componente de um lado (1+1, 2+1 e 3+1).

A 1a. Lei também se diferencia das demais três, pois
é a única que define os conjuntos unitários(que estão em equilíbrio total, externo e interno), enquanto as três demais definem os conjuntos não unitários.

Adicionalmente, a 1ª Lei ao definir um Bidual se decompõe em três condições para:

1) caracterização dos 4 Unos;

2) existência do equilíbrio externo; e

3) existência do duplo equilíbrio interno.

Assim tem-se duas interações de 3 com 1, que asseguram o equilíbrio externo entre a 1a. e as demais três leis:

a) a 1a. Lei interage com as outras 3 leis;

b) se considerarmos as três leis dos os conjuntos não unitários como unificada em uma só, ela interage com as 3 Subleis em que decompõe a 1a. Le